hugocristo, noisedesigner

Blog fast n'furious de quem não tem tempo para manter um blog.
Mar 1 ’10

Complexo de DJ Juninho Portugal (ou: Por que o Kung Fu Ko acabou)

Aproveitando a necessidade de postar o resultado do sorteio dos CDs, vou explicar porque resolvi acabar com o Kung Fu Ko. Não existe um motivo, mas uma soma de fatores que combinados à minha (famosa) impaciência, resultaram no fim do projeto. Vamos lá:

1. A Grande Vitória não tem um espaço democrático para que novos projetos culturais ganhem popularidade.

Talvez esse seja o pior dos fatores. Na época quando estudei na UFES (1998-2003), a própria Universidade era um celeiro de novas bandas. Havia shows no DCE, festas, calouradas, semanas de cursos, encontros regionais… Sempre havia uma oportunidade: um palco, som decente, line up com bandas de todos os estilos e público de sobra (o mais importante).

As casas noturnas precisam pagar as contas e por isso arriscam ou investem pouco. Mais fácil tocar o mainstream nacional do que apostar nas possibilidades locais. Certamente que há muita coisa ruim tentando entrar nas casas de Vitória, mas hoje em dia fica fácil: todo mundo tem myspace, vídeo no youtube e coisas do gênero. Se o promoter quer saber se vai dar público, há trocentas ferramentas sociais para sondar uma possível audiência.

Eu mandei release e CD para todos programas de rádio do meu segmento. Visitei pessoalmente algumas rádios. Fiz os contatos com as casas noturnas, promotores de eventos. Tentei secretarias de cultura. Tinha um bom site, um myspace decente e 14 músicas pra mostrar (mais do que muita banda de baixo-guitarra-bateria). Toquei de graça. Toquei ganhando pouco. Toquei pagando pra tocar. Nada funcionou.

2. O ES não está preparado para projetos de música eletrônica

Se você é um DJ, tem festas aos montes pra tocar e repertório de sobra. A chance de dar errado mandando Lady Gaga e David Guetta (nada contra, curto os dois) é zero. Usar essas projeções genéricas disponíveis na Internet ajuda bastante. Qualquer silhueta dançante, túnel texturizado e spectrum analyzers resolvem o visual da noite. Mas o que fazer quando você compõe músicas próprias, projetando inclusive a integração delas com o visual da sua performance?

Eu tive mais respostas positivas sobre o KFK fora do ES do que aqui. Vários sites falaram do projeto; fui top download da semana no Fiber Online (UOL); o site oficial passou dos milhares de downloads… Aqui, nada.

Meu amigo e jornalista Alex Cavalcanti disse: “O problema é que seu projeto precisa explicar a que veio e o mercado não está afim de ouvir explicações de ninguém”. Ele bem que tentou ajudar, mas realmente as pessoas que eu conversei e que organizam os eventos querem Black Eyed Peas, mesmo que seja numa mixtape de um DJ qualquer baixada pronta da Internet.

Até apareceu gente querendo apostar no KFK, mas veio com o repertório pronto debaixo do braço. Adivinhem: Black Eye Peas, David Guetta e Lady Gaga. O cara não entende e não respeita o trabalho que dá fazer um remix do zero, partindo da acapella pro resto e dar uma cara de KFK para uma música. “Se ficar difícil fazer o remix, toca a original mp3 mesmo”. WTF?

Eu estou envolvido com produção de música eletrônica desde 1992. Estudo música desde os seis anos. Pra mim, embora eu fosse percebido como um DJ, o KFK era uma banda. No final das contas fiquei cansado de brigar para projetar uma imagem que não ia colar.

Aplausos para o Zémaria, que embora tenha feito mais sucesso fora daqui (o que é triste), conseguiu fazer coisas incríveis como tocar no Reveillon de Camburi. Eu estava lá, todo mundo gostou, inclusive os tiozinhos com cadeira de praia. Se a música é boa, vai dar certo, não interessa se foi o Timbaland quem produziu. Mas o povo em Vitória tem dificuldade pra acreditar nisso. A diferença essencial é que pelo menos visualmente o Zémaria é uma banda. Visualmente eu era um (afe) DJ.

3. Eu não bebo e não fumo

Isso é um super problema, típico de Vitorinha (como diria o Jr.Bocca). Não preciso ficar brother de alguém pra tocar no evento dele. Se eu tiver que sair pra beber cerveja com alguém pra ter a chance de tocar em algum lugar eu estarei perdido. Se eu precisar fumar um pra entrar no line up de uma festa, mais ainda.

O mínimo de respeito que um artista merece é ser reconhecido pelo seu esforço, seu investimento de tempo na produção de alguma coisa, não pelo circuito de amizades que ele cultiva. Não preciso de tapinha nas costas, preciso de oportunidades. Infelizmente eu sou ingênuo e ainda acredito que trabalho sério e profissionalismo bastam para abrir portas.

Eu tive duas escolhas: mendigar por amizades “importantes” ou topar qualquer coisa pra aparecer. Escolhi a porta número três.

4. Sou impaciente

Essa é a minha parcela de contribuições negativas. Eu sou um designer, vivo por projetos. Qualquer coisa que faço é planejada, pois essa é a profissão que escolhi. O KFK não era um som, mas o projeto de uma marca. Gosto de pensar no look and feel, na estética e na ética do que estou levando para o público. Pensei em cada detalhe do equipamento, nas animações, na roupa, identidade visual, uso das redes sociais, relação entre a postura do projeto e as músicas (nome, letras, melodia, remixes, influências…). Meu prazer era imaginar que tipo de experiência alguém teria ouvindo/vendo/sentindo a música/vídeo/eu tocando.

Semana Estácio de Comunicação

Apenas na Semana de Comunicação da Estácio eu consegui algo parecido com o que imaginei. As pessoas entenderam o que estava rolando, mas o contexto é completamente atípico. Me entrevistaram, expliquei a proposta. Eu toquei. Me entrevistaram novamente, com mais perguntas. Ficou claro. Mas também houve pessoas na audiência que me disseram que gostariam do que viram mesmo sem a explicação, porque fazia sentido no conjunto. Em todas as outras situações, eu ouvi: “mandou bem DJ!”

Eu cheguei à conclusão que a proposta do KFK foi um erro de projeto. Projetei para um público que eu não tenho (ou pelo menos não encontrei), ou quem sabe não entendi a linguagem do meu público e tomei decisões que não permitiram que o link fosse feito. Não sou mais um ávido frequentador de casas noturnas nem tampouco ouvinte assíduo da Jovem Pan. Isso pode ter atrapalhado.

5. Complexo de DJ Juninho Portugal

Eu confesso que ri do nome Techno-Brega quando ouvi. Não por desprezo, mas por causa da genialidade do brasileiro. Parece que esse povo tem o mashup na veia, sempre fazendo colagens singulares a partir de coisas ordinárias.

Nunca na história deste país (haha sempre sonhei em escrever isso) falou-se tanto em Techno quanto agora. No Palco MP3, Techno é o estilo mais ouvido, mas não é por causa de algo como o KFK. Aviões do Forró, Djavú e cia. dominam supremos.

Nosso amigo vestido de Napoleão (deveria ser Juninho França) entende mais de público do que eu jamais entenderei. Ele conseguiu democratizar timbres que estavam isolados nos programas das classes média e alta. Aliás, o Funk Carioca também fez isso muito bem, mas muita gente não dá crédito. É como se o popular fizesse um sucesso “menor” mesmo com um alcance maior.

Meu complexo é ter que enfrentar o fato de que mesmo com um projeto de vanguarda (sem modéstia), discurso elaborado e temas politizados, eu jamais terei o mesmo alcance do que o DJ Juninho Portugal.

E esse último é justamente o fator que amarra a decisão final: como eu não estou pronto para lançar o próximo Djavú para ter espaço, para dispensar os brothers, a cervejinha e as explicações, preferi abandonar o projeto.

De volta à prancheta, uma coisa é certa: troquei todo o equipamento do (ex-)KFK. O que vem por aí é um Djavú ou um Furacão 2000, mas com Adorno e Horkheimer no lugar dos DJs Juninho Portugal e Malboro.

Agradecimentos

Preciso agradecer aos apoiadores incondicionais do KFK. Ao pessoal que acompanhou no Twitter, MySpace, Fiber… A todos que participaram desse último sorteio e que se Foucault quiser farão algo de útil com o CD. E todos que foram importantes de alguma forma para o KFK: Simak, Gustavo Goldboyisonfire, MauMau, pessoal do DDI e do Bandejão (Universitária FM), Rafael Colnago, Jr.Bocca, galera do Undog, Pristine Blusters, Dri (minha empresária, figurinista, co-piloto e raver de testes) e Thor (o cruel).

O resultado é o seguinte: quem mora em Vitória ganha o CD, mas precisa pegar comigo. Entrarei em contato com o pessoal de fora pra pegar endereços e despachar. Vou ter que produzir mais cópias então a entrega vai demorar uma semana pelo menos. Mesmo assim vou mandar CD pra cada um que deixou o comentário lá no PalcoMP3. Aliás, esse era o plano desde o começo, mas estava preparado pra queimar uns 50 CDs (aff…)

Qualquer coisa relacionada ao KFK deve ser endereçada para music@kungfuko.com.

RIP!

Feb 22 ’10

gambiarra: postando no myspace + tumblr + etc via ping.fm dentro do hootsuite (afe)

Feb 21 ’10

Sorteio de cinco CDs Brazilian Technology

Como participar
Acesse a página do KFK no PalcoMP3 e deixe um comentário dizendo qual a música que você mais gosta, dentre as disponíveis apenas no Palco MP3: palcomp3.com/thekungfuko



Cinco internautas que deixarem seus comentários até 0h do dia 1º de março serão sorteados pelo site www.random.org e receberão o CD Brazilian Technology em qualquer lugar do Brasil.

Faixas do CD
1. The Rajah of the World
2. Sitars of Fury
3. Why the fuck
4. Crisis
5. Arghfeganistan
6. Inside
7. Theme for Ahmadinejad
8. Hell Yeah!
9. Dead liars don’t lie

BONUS REMIXES
A. Stardust - Music sounds better with you
B. Justice - Phantom Pt1+Pt2
C. Autokratz - Can’t get enough
D. Lenny Kravitz - Are you gonna go my way

Feb 17 ’10

Capa

Capa

Recursos

Recursos

Specs

Specs

É isso aí. O AG-10 chegou e as questões foram confirmadas:

  • Síntese AI^2
  • Mesmo engine e timbres do 01/W, mas com 4mb de ROM
  • Polifonia de 32 vozes no modo single, 16 no modo double
  • General Midi com 3 kits de batidas extras

É menor e mais leve (1kg) do que eu imaginava. Agora preciso encontrar uma fonte DC 12V de 400ma pra colocar o bicho pra funcionar.

Como eu não achei o manual do Korg AG-10 em lugar algum, quem quiser uma cópia é só pedir que escaneio e providencio o PDF.

Feb 15 ’10

Feb 15 ’10

Doom, MIDI, síntese FM e Korg AG-10: o módulo "fantasma"

O carnaval chegou e os Correios fizeram o favor de não entregar o Korg AG-10 no sábado, última aquisição do KFK.

Eu havia preparado esse post sobre o módulo contando com o bicho para tirar as dúvidas restantes, mas após uma semana de pesquisas diárias na web sem encontrar praticamente nada resolvi publicar assim mesmo.

Assustador é ver o post anterior do blog (onde apresentei a foto do setup atual e só “citei” o AG-10) já na segunda página dos resultados do Google, mostrando que há pouquíssima informação sobre o equipamento disponível on-line. Detalhe que aquele post só tem uma semana de vida.

Mas qual o problema? Na verdade nenhum. Fiquei apenas curioso pois os (poucos) comentários que achei sobre o AG-10 são de músicos satisfeitos. Nada de vídeos no Youtube, mas encontrei reviews no Sonic State e Harmony Central de proprietários dizendo que apesar da interface reduzida, os timbres são de qualidade e que não conseguiram substituir o módulo desde sua aquisição lá nos anos 90.

O vendedor no ML disse que ele possui os timbres do Korg X3, o que não está errado mas também não é 100% verdade. O Audio Gallery (“AG-10”) parece ser uma versão econômica do Korg 01/W, sucessor do lendário M1. O módulo pertence à família de equipamentos que incorporaram a tecnologia AI^2 (AI square), contendo uma memória ROM de 4mb com samples PCM de 16 bit com amostragem em 32Khz. O X3 seria algo entre o M1 e o 01/W.

O AG-10 é polifônico, multitimbral e segue o padrão General Midi (GM). Meu primeiro contato com GM foi quando tive uma placa de som Gravis Ultrasound (GUS) com wavetable synthesis que parecia usar a mesma lógica, mas na verdade era uma memória RAM na placa que carregava patches (samples) on-demand do computador, não havendo nenhum reprocessamento dos sons em tempo-real. Por ser GM, a GUS dava a jogos como Doom (música de Bobby Prince) outra vida, com  músicas de fundo bem diferentes da síntese FM que usávamos no DOS na época.

Comparação (Faixa Doom E1M1):

Aliás, descobri que o Microsoft GS Wavetable Synth, atual implementação do sintetizador Midi da Microsoft é uma versão do Roland Virtual Sound Canvas, de 1996. Achei uma comparação digna entre essas tecnologias via software na PGMusic. Amostragem é tudo :)

Voltando ao AG-10, meu interesse pelo módulo teve origem em: 1) multitimbralidade, ou seja, a capacidade de (re)produzir n instrumentos distintos simultaneamente; 2) alta polifonia - o bicho consegue emitir 32 notas do mesmo instrumento no modo single e 16 no modo double; e 3) edição via Midi SysEx dos patches.

Essa última parte me interessa pois algumas bases do KFK (e principalmente do outro projeto que estou começando) são super complicadas e requerem uma boa dose de automação. Eu vou usar o AG-10 justamente pra isso, já que é um módulo caixa preta e não tem como interagir com ele a não ser via alguma interface Midi. No meu caso, vou simplesmente conectá-lo no segundo Midi-Out do Q-80 Ex e pronto: controlarei as bases ligando e desligando as 32 pistas.

Para editar esses patches, poderia usar um Midiox da vida, mas é muito complicado. Comecei a garimpar na web e achei duas coisas bacanas:

  • Emagic SoundDiver: defunto pra Windows, com um beta pra Mac, é um editor de patches da alemã Emagic que foi adquirida pela Apple e é responsável pelo Logic. A última versão win32 é de 2001, mas por incrível que pareça funciona.
  • Deep Synthesis: página de um cara que passou um tempo enorme inventando editores para o SoundDiver e descobriu uma série de modos escondidos de teclados e módulos.

SoundDiver editando patch do synth Virus (Access Music)

Quanto ao GM em si, encontrei um Midi Tracker que resolveu temporariamente meu ódio por programas de composição que utilizam aquele grid horizontal (leia-se todos: Voyetra, Cakewalk, Live, Cubase…). É baratinho e funciona bem. É feio sim, tem cara de Excel, mas a metáfora de edição é a mesma dos Mod Trackers que estou tão acostumado a usar. O Midi Tracker é todo GM, então estou desenvolvendo uma lógica na organização dos canais midi que será um espelho do meu setup físico.

As únicas partes que vão ficar de fora da brincadeira PC <-> sequenciador são: 1) MC-303, que vou editar manualmente direto nele, justamente para ter mais liberdade e controle ao vivo (e porque a interface é sensacional de usar); 2) o Poly800, que vou tentar deixar o mais livre possível para poder tocar mesmo. O sampler MS-1 é neutro nessa história, pois funciona tanto sincronizado ao sequenciador quanto para disparar efeitos manualmente.

Pra fechar, seguem os specs do AG-10. Foi barato (R$ 260) e pelo jeito vai valer cada centavo. Eu achei isso online e não é de uma fonte oficial. Assim que o bicho chegar vou confirmar no manual (que também não existe online…) Outra coisa curiosa é que para Macs o AG-10 foi vendido como AG-102 e AG-101 para PCs, mas também não consegui confirmar isso.

Enfim, parece que o AG-10 existiu mas ninguém consegue provar :)

Korg AG 10 Specifications

  • Type: Synth/ module/
  • Synthesis Type: Digital A1 synthesis, (full digital processing) same as O1/W with Four MB of ROM
  • Polyphony:
    • Max: 32
    • Typical in use: 32
  • Multi-timbral (number of parts): 16including drums
  • Oscillators per Voice:
    • Min: 16/32, Single mode
    • Max: 32/32 double mode
  • Controllers: via midi
  • Effects:
    • Number of FX units : 2
    • Number of different effects : Reverb, Chorus
  • Drum Section:
    • Number of Drum Kits : 4
    • Number of Drum sounds : GM
  • Keyboard:
    • Number of Keys : None
    • Can send on simultaneous MIDI channels
    • Responds to : velocity, after-touch
    • Sounds can be split by :
  • Memory:
    • Patches : 128 GM /drums
    • Performances :
  • Inputs and Outputs :
    • Number of Audio Outs (excluding Phones) : L,R(RCA jack)
    • Number of Audio Ins : L,R(RCA Jack)
    • Number of MIDI Outs (excluding Thru) : 2
    • Number of MIDI Ins :2

Links pros curiosos:

    Feb 9 ’10
    Novo setup do KFK quase pronto, só falta o módulo Korg AG-10. Versão ampliada pros curiosos no Flickr.

    Novo setup do KFK quase pronto, só falta o módulo Korg AG-10. Versão ampliada pros curiosos no Flickr.

    Feb 1 ’10
    Tá aí: dos controladores da Korg para o sampler Roland MS-1. No manual do meu MC-303 diz que os dois são os melhores amigos :)
Agora o KFK recupera os samples no setup e voltamos a ficar zero a zero com os recursos do setup virtual anterior:


Instrumentos&#8230; Antes: Synths virtuais (VSTIs) / Agora: Pico4, Poly 800 mkII, MC-303

Bateria&#8230; Antes: Samples em loop + SR-16 / Agora: SR-16 + Loops no MS-1 + MC-303

Efeitos nos instrumentos&#8230; Antes: Efeitos do Ableton Live, VSTs, Pedais  / Agora: pedais

Efeitos na bateria&#8230; Antes: Tweakalyzer / Agora: Twekalyzer + MC-303

Vozes&#8230; Samples no Ableton Live / Agora: Samples no MS-1

Sequenciador&#8230;  Antes: Ableton Live / Agora: Q-80EX + MC-303

Controladores&#8230; Antes: Korg nano + Joystick de PSX / Agora: Munhecaaa

Acho que agora não falta mais nada :)&#8230; (quem sabe um vocoder&#8230;)

    Tá aí: dos controladores da Korg para o sampler Roland MS-1. No manual do meu MC-303 diz que os dois são os melhores amigos :)

    Agora o KFK recupera os samples no setup e voltamos a ficar zero a zero com os recursos do setup virtual anterior:

    • Instrumentos… Antes: Synths virtuais (VSTIs) / Agora: Pico4, Poly 800 mkII, MC-303
    • Bateria… Antes: Samples em loop + SR-16 / Agora: SR-16 + Loops no MS-1 + MC-303
    • Efeitos nos instrumentos… Antes: Efeitos do Ableton Live, VSTs, Pedais  / Agora: pedais
    • Efeitos na bateria… Antes: Tweakalyzer / Agora: Twekalyzer + MC-303
    • Vozes… Samples no Ableton Live / Agora: Samples no MS-1
    • Sequenciador… Antes: Ableton Live / Agora: Q-80EX + MC-303
    • Controladores… Antes: Korg nano + Joystick de PSX / Agora: Munhecaaa

    Acho que agora não falta mais nada :)… (quem sabe um vocoder…)

    Jan 30 ’10
    Roland MC-303. Aí está o bicho, sendo devidamente dissecado. Videozinho em breve :)

    Roland MC-303. Aí está o bicho, sendo devidamente dissecado. Videozinho em breve :)

    Jan 27 ’10

    E mais um. Dava pra levar uma rave com essa parada :)